jun 08 2009
Não deixe seu gato pesar na balança
Ok, o Garfield é um fofo, mas na vida real um animal acima do peso está exposto a riscos que não justificam a gulodice
nem o sedentarismo, como diabete, doenças do coração e artrite.
Obesidade é o transtorno nutricional número um entre os gatos. Estudos sugerem que cerca de 25% dos gatos levados às clínicas veterinárias apresentam excesso de peso. A melhor maneira de checar a condição física do seu animal é apalpá-lo: se não houver nem sinal das costelas, é hora de cuidar da alimentação do bichano.
Caso seu gato esteja acima do peso, pergunte ao veterinário qual é a recomendação diária de consumo de alimentos. Eventualmente ele pode sugerir que o animal consuma uma ração light.
Além de manter uma dieta adequada, os gatos podem e devem fazer exercícios, sim. A grande vantagem é que para os bichanos queimarem calorias, dado o seu baixo nível de atividade entre quatro paredes, eles não precisam nem sair de casa.
Brincar é a palavra de ordem para botar os gatos em movimento. Ofereça-lhe “árvores”, “postes” ou qualquer outro brinquedo que o estimule a escalar. Faça a bola rolar por todos os cantos, que ele a perseguirá, assim como qualquer outro objeto de seu interesse. Um passeio pelos cômodos da casa, guiado pela coleira, também é saudável e costuma agradar.
Durante as rotinas de exercícios, fique de olho nas reações do seu animal. Tome cuidado para não deixar um gato gordo exausto, superaquecido ou sem fôlego. Gatos maduros também pedem cautela, uma vez que têm mais dificuldades para acompanharem sessões, digamos, mais pesadas de “ginástica”.
Fonte: saibamaissobreseupet.com
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